sábado, 22 de outubro de 2011

Brindes personalizados

Brindes projetam alta de 50% em 2011

O segmento de brindes promocionais parece ter se recuperado da "marolinha" de 2009, quando setor amargou resultados pouco expressivos por conta da crise econômica mundial e faturou R$ 4,5 bilhões. Neste ano a perspectiva é atingir, até dezembro, receita de R$ 6,7 bilhões - em 2010, foram 5,7 bilhões. Para isso, o segmento tem grande aposta nos brindes que produz para o fim de ano e Natal.

A perspectiva positiva sinaliza que as empresas não tiraram o pé do freio com as incertezas da economia internacional e do cenário interno com inflação e juros altos e contenção do crédito. Quando as companhias precisam represar investimentos e realizar cortes, os primeiros deles são feitos na contratação de serviços e na compra de produtos aos clientes, caso dos brindes.

O segundo semestre é uma época tradicionalmente boa para o setor, respondendo por 70% do faturamento. É o que sustenta o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional, Auli De Vitto, que vê na data oportunidade para o setor incrementar receita entre 10% e 12% sobre o mesmo período do ano passado.

No Grande ABC, o otimismo para a data é ainda maior. Algumas fabricantes afirmam que já está difícil atender aos pedidos, que devem ser fechados até o mês que vem. É o caso da ADR Bolsas, de Santo André. A supervisora de vendas Paula Roberta Silva Gomes explica que os pedidos começaram em julho, antecipação necessária para dar conta da demanda. "É um número muito alto. Tanto que no fim do ano geralmente nem se tem novos pedidos porque toda a produção já está no limite. Mas ainda conseguimos atender."

Reflexo do otimismo se dá na projeção de engordar o caixa da firma em 50% ante 2010. Número alcançável quando se leva em conta que o Natal corresponde a 70% dos ganhos da empresa.

A mauaense Líder Brinquedos está pegando carona no bom desempenho do Dia das Crianças, segundo o gerente de vendas Nuri Dib, e mira em ramos diversificados, como alimentício e farmacêutico. No ano, a expectativa é expandir em 24% os negócios, sendo o último feriado do ano responsável por 5% de todo o faturamento. De outubro a dezembro, a empresa espera elevar ao menos em 15% sua receita em relação aos mesmo pedidos feitos há um ano. "Vamos apostar nas bolas, que ainda são nosso carro-chefe de vendas. Produzimos 80 mil delas por dia e, para o Natal, esperamos comercializar cerca de 1 milhão de unidades", estima, afirmando que a produção para o período é facilmente alcançada em menos de um mês. Parte dos 80 mil produtos diários é dividida para o varejo.

MAIS CARO - Para que as empresas possam presentear seus clientes neste ano será preciso desembolsar mais. Por usar materiais vindos da China e, por conta da elevação súbita do dólar nas últimas semanas, ficou mais caro produzir as bolsas para embalar cestas natalinas na ADR Bolsas. Esse produto é considerado por Paula o maior destaque para o ano. Ela explica que, no geral, os valores costumam caminhar na estabilidade ao longo dos meses. "Mas somos muito dependentes do câmbio", ressalta. A bolsa natalina tem valores que flutuam entre R$ 17 e R$ 25. "Esperamos vender, mais ou menos até novembro, cerca de 100 mil peças."

Já na Líder, Dib destaca que os custos de produção das bolas é baixo, o que ajuda no repasse barato às empresas que buscam esse brinde. "O custo médio é de R$ 1. O baixo preço faz com que as empresas criem condições diferenciadas para dar muitos brindes do tipo em diversas ações promocionais, desde inaugurações de postos de gasolina, ou distribuir para quem comprar um pernil num supermercado."

Setor alia tecnologia e cuidado com meio ambiente

Com mais dinheiro no bolso do consumidor das camadas mais pobres, as empresas de brindes mudam a estratégia e começam a incrementar seus produtos. O foco são as classes C e D, que incrementaram suas rendas nos últimos anos e contam com leque variado de produtos baratos. Junto, vêm brindes que passam do simples ao tecnológico. Aliam alto valor agregado com peças artesanais, que preservam o meio ambiente, a moda da vez na hora de se pensarem itens promocionais. É o que afirma o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional, Auli De Vitto. "Isso é cenário recente, mas que ocorre com mais força neste ano."

Ele destaca ainda que as empresas estão na busca por kits mais sofisticados, mais transados, para deixar o consumidor mais propenso a comprar o produto da companhia e, assim, adquirir os brindes. No caso dos ecológicos, ele cita as sementes personalizadas, marcadas com o logotipo da empresa. Ao ser plantada, garante que ao menos duas folhas da muda terão estampadas os logotipos. "Há também cactos personalizáveis, que vivem envoltos em plásticos e são distribuídos como chaveiros."

A média de preços gira em torno de R$ 30 a R$ 70 nos kits natalinos. Mas há produtos que partem dos centavos de real, como canetas, aos kits mais arrojados. Entre eles, Vitto destaca cofrinho que, ao se depositar as moedas, calcula o montante economizado. "Não se quebrará mais o porquinho para ir ao cinema e, no fim das contas, descobrir que não se tem dinheiro", brinca.


FONTE: www.dgabc.com.br

Campanha contra uso de sacolas plásticas é promovida em Feira Livre de Curitiba

Consumidores e comerciantes que estiveram na Feira Livre do Rebouças, nesta terça-feira (27), em Curitiba, receberam sacolas ecológicas e ouviram explicações sobre os danos causados pelas sacolas plásticas, altamente poluentes aomeio ambiente por não poderem ser recicladas.

A campanha de conscientização contra o uso de sacolas plásticas está sendo promovida em todas as feiras de rua da cidade pelo deputado estadual e vice-presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, Rasca Rodrigues (PV).

“Esta campanha é para evitar que as sacolas plásticas continuem indo para os aterros sanitários e os feirantes e consumidores podem ajudar no processo de conscientização”, declarou Rasca.

A sacola ecológica será desfragmentada em 18 meses, sendo que uma sacola plástica convencional leva até 300 anos para se decompor. A composição da sacola ecológica possui 99% de resina de polietileno (PEAD) e 1% de d2w – aditivo adicionado a sacola para que a mesma se torne biodegradável. Atecnologia cria produtos biodegradáveis que são destruídos por agentes biológicos e se apresenta no mercado como uma alternativa a sacola tradicional, juntamente com as sacolas retornáveis.

RECEPTIVIDADE - A campanha contra o uso de sacolas plásticas começou no dia 17 de setembro e já foi promovida em 34 feiras da capital, além do mercado municipal. Ao todo, já onde foram distribuídas mais de 30 mil sacolas ecológicas e muitas pessoas estão adotando mudando um comportamento mais sustentável com relação ao plástico.

É o caso da dona de casa, Maria Ivone Serbena, que utiliza sacolas retornáveis para armazenar suas compras. Para ela, a divulgação dos danos do plástico é uma boa iniciativa. “O próximo passo deve ser a redução das embalagens plásticas utilizadas na fabricação dos alimentos que compramos”, reivindica Maria Ivone.

O feirante Rafael Buiar, conta que há 26 anos trabalha em feiras de rua de Curitiba e há cerca de dois anos passou a comercializar sacolas retornáveis para reduzir custos e contribuir com o meio ambiente. O preço de cada sacola é R$2,50.

“Vendemos entre cinco e dez sacolas por semana e percebemos que os comerciantes podem ajudar neste processo não fornecendo mais as sacolas plásticas ao consumidor”, analisa Rafael.

Para o feirante Olívio Trevisan, que há mais de 30 anos possui banca em feiras de rua e ainda utiliza sacolas plásticas, conta que a própria população está pedindo uma mudança de comportamento.

“As pessoas estão deixando de lado a sacola plástica, nos mostrando o novo caminho que devemos seguir e a campanha do deputado Rasca reforça esta proposta”, diz Olívio. Segundo ele, muitos consumidores pedem que os produtos sejam colocados direto no carrinho ou na sacola retornável. “Ou seja, nós comerciantes precisamos deixar de comprar a sacola plástica”, completa Olívio.

DADOS - “O plástico, como nós sabemos, está sendo produzido desde a década de 30 no mundo. Menos de 5% desse plástico até hoje foi incinerado, o que significa que mais de 95% do que foi produzido no Planeta ainda está aí, porque o plástico demora mais de 300 anos para se decompor”, completou o deputado Rasca.

Somente nos supermercados paranaenses são utilizadas diariamente mais de 2,5 milhões de sacolas plásticas. No final do mês isso representa vinte toneladas aos resíduos depositados no meio ambiente, seja em aterros sanitários ou abando¬nadas em fundos de vales, rios e terrenos baldios, gerando uma grande dívida ambiental.

LEI – Dois projetos de Lei que tramitavam na Assembléia Legislativa do Paraná - desde 2007 - e previam a substituição das sacolas plásticas convencionais por oxi-biodegradáveis foram arquivados por não terem sido votados até o término de legislatura 2006/2010. Capitais como São Paulo e Pelo Horizonte já aprovaram seus projetos de lei, banindo do mercado o uso das sacolas plásticas.

O deputado estadual Rasca Rodrigues está trabalhando em um Projeto de Lei que prevê o rastreamento do plástico disponibilizado no mercado paranaense. [ceresavellar@msn.com]


FONTE: www.paranashop.com.br

Supermercados Cotrijal lançam campanha para incentivar uso de sacolas ecológicas

A rede de supermercados Cotrijal, que atua na região norte do Rio Grande do Sul, realiza campanha para estimular o uso de sacolas ecológicas. Os clientes que utilizarem as sacolas reaproveitáveis no lugar dos sacos plásticos terão direito a descontos em suas compras. As lojas da rede estão localizadas nos municípios de Não-Me-Toque, Colorado, Victor Graeff, Tio Hugo, Lagoa dos Três Cantos e Santo Antônio do Planalto.

Os consumidores receberão uma cartela onde será marcado um ponto a cada compra em que utilizarem os recipientes de material ecológico. Ao acumular pontos de dez compras, o cliente recebe bônus de R$ 1,00. Segundo a empresa, o incentivo à preservação do ambiente já trouxe bons resultados em campanha realizada anteriormente, que reduziu em 5% o uso das sacolas plásticas nas lojas, o equivalente a 12 mil unidades por mês. A nova ação será estendida até abril de 2012.


Escola Iara Minotto Gomes realizou a exibição de sacolas ecológicas

A escola estadual Iara Minotto Gomes na ultima quarta feira, 28 de setembro realizou mais uma etapa do ‘Projeto Atitude’ com a exibição de sacolas ecológicas no banco do Brasil de Juara.

O Projeto Atitude é dos maiores projetos desenvolvidos pela escola neste ano letivo. Para realizarem as sacolas ecológicas foram feito parcerias com o instituto PROVERDE de São Paulo onde fizeram preços bem acessíveis para a escola, os comércios locais patrocinaram as pinturas das sacolas.


Os trabalhos do ‘Projeto Atitude’ iniciou se com um concurso de desenho envolvendo os alunos da primeira fase do segundo ciclo até a primeira fase do terceiro ciclo. O objetivo do concurso era escolher o desenho que foi impresso nas sacolas ecológicas.

Além das parcerias com vários comerciantes locais a escola durante a elaboração do projeto realizou a noite da pizza, as sacolas ecológicas vem para substituir as sacolas praticas que acabam poluindo o meio ambiente e demoram séculos para se degradarem.

Segundo o professor Mauro de Souza este projeto já vem sendo desenvolvido há três anos e para o próximo ano não tem algo especifico que será trabalhado mais trabalhara sobre o assunto.

Fonte: Acesse Noticias

Fonte do rss

FONTE: www.tosabendo.com

Hermès lança sacola ecológica por preço "popular"


Hermès lança sacola ecológica por preço "popular" (Divulgação

Hermès lança sacola ecológica por preço "popular"

A Hermès, marca badaladíssima de bolsas caríssimas, resolver realizar o sonho de consumo das mulheres menos privilegiadas financeiramente e lançou uma peça mais “em conta”.

Pela bagatela de US$ 720, cerca de R$1.296, você pode ser dona de uma Hermès no melhor estilo sacola ecológica. Nada barato, mas para os padrões da marca pode ser considerada uma verdadeira pechincha.

As bolsas Hermès são símbolo de status e ícones de luxo no mundo da moda. A bolsa mais famosa da grife, a Birkin, foi feita em parceria com a atriz e cantora britânica, Jane Birkin. A bolsa é considerada mais desejada do mundo nos últimos tempos.


fonte: virgula.uol.com.br

Sacolas plásticas já geraram mais de 50 multas


Mais de 50 estabelecimentos comerciais já foram autuados pela Central de Fiscalização da Prefeitura de Uberaba pelo descumprimento da Lei 11.089 de 31 de dezembro, que proíbe o uso e distribuição de sacolas plásticas comuns. A informação é do assessor jurídico da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo (Semat), Bernardo Cecílio da Fonseca.

Ele explica que os fiscais estão percorrendo o comércio em geral para cobrar o uso das sacolas ecológicas, biodegradáveis, retornáveis ou oxibiodegradáveis, mas tem encontrado em vários estabelecimentos as sacolinhas plásticas antigas. Em função da irregularidade, estão sendo multados inicialmente em R$150 (uma UFM) e notificados para a adoção das sacolas corretas. Em caso de reincidências, as multas vão de R$750 até a interdição.

Bernardo lembra que vários encontros entre técnicos da Semat e empresários foram realizados pela administração, sendo firmados Termos de Ajustamento de Conduta que permitiam o uso das sacolasem estoque. No entanto, o prazo foi encerrado para novos TACs, com a fiscalização cobrando o cumprimento da lei.

Pela legislação, um prazo de 180 dias, até o dia 30 de março, foi dado ao comércio para reduzir o uso de sacolas em pelo menos 50%. E até 28 de junho, 100% das sacolas plásticas deveriam estar fora de circulação. O assessor jurídico da Semat, Bernardo Cecílio da Fonseca, observa que o Poder Público e os empresários devem se adequar a Lei Federal 12.305/2010, que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Segundo ele, desde 2007 o município buscava regulamentar a questão.

fonte: www.jmonline.com.br